sábado, 11 de abril de 2009

Ladies Night

No meu tempo, existiam dois acontecimentos nas noites de quinta-feira: A “noite do estudante” e a “Ladies Night”.

O conceito da noite do estudante não tinha nada de mais. Atendendo a que muitos universitários partiam para as suas terras à sexta, convencionou-se que seria a quinta-feira, por excelência, a noite do estudante.

A “Ladies Night” já não é tão simples de explicar, e motiva o presente post.

Antes de mais os factos. Uma noite por semana, designada por "ladies night", a maior parte dos bares e discotecas permite que os membros do sexo feminino acedam gratuitamente às suas instalações e, sem razão aparente (aparentemente), permite o consumo gratuito de bebidas.

Por outro lado, nessa mesma noite, os cavalheiros que queiram deslocar-se a essas mesmas discotecas e bares, não só constatam que as bebidas mantêm o preço do costume, como a entrada é paga. E não obstante, os cavalheiros dispõem-se a pagar o que lhes é pedido.

O que está por trás disto?

Simples, a promessa (falsa) dos bares e discotecas que naquela noite o estabelecimento vai estar cheia de raparigas embriagadas e fáceis de engatar (não sejamos ingénuos, o álcool é bom desinibidor e todos sabem isso).

Perante isto, qualquer preço é baixo para os “Dons Juans”. Sobretudo para aqueles palermas do costume que acham que vai ser desta!

Infelizmente, a noite acaba tipicamente como começou, sem engate. A única diferença são aqueles vinte a cinquenta euros que voaram da carteira para pagar a entrada e aquele whisky barato.

Ora, a minha questão é esta: Estas pobres almas não foram enganadas?
Foram.

Não lhes foi prometido um engate fácil?
Sim.

E será que o tiveram?
Não, claro que não.

Isto é burla meus senhores, pura e simplesmente!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Adoro o som das inspecções pela manhã.

Cheira a... liquidações adicionais!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Velha guarda

A escola primária de Saint Laurence em Bradford, foi notícia esta semana em Inglaterra, pelo seu método peculiar no ensino da disciplina de Educação Sexual. Na sexta-feira passada veio a público a notícia de que era ensinado as alunos o significado dos palavrões mais usados na língua inglesa, noticia o «The Sun».

Os pais e a opinião pública estão indignados com o professor da disciplina. A direcção da escola afirma que esta é uma forma de desmistificar os palavrões.

Os pais dizem que não foram consultados pelo director James Colquhoun e afirmam que até as crianças estão injuriadas com a situação. Um dos pais afirmou que «é uma desgraça total. As nossas crianças vão à escola para serem educadas, não para se especializarem em palavrões. Muitas crianças nem faziam ideia do significado daquelas palavras. Cabeças devem rolar por causa disso».

Alguns alunos dizem ainda que o professor pediu-lhes que não contassem aos pais. Representantes dos órgãos de ensino da região disseram que a aula não deveria ter sido focada nos palavrões e que, de qualquer forma, a responsabilidade pelo teor dos cursos de educação sexual é do Governo.

Em Fevereiro, alunos de 10 anos de idade de uma outra escola primária perto de Cambridge tiveram que escrever as piores palavras que conheciam. O objectivo seria analisar os insultos usados no «bullying» (humilhações físicas e morais entre alunos).

in http://tvi24.iol.pt



Acho bem. Afinal de contas, um palavrãozito ou outro sabe sempre bem e, em determinadas situações, as meninas ficam ainda mais vermelhas do que o costume o que causaria um certo mal-estar, se nos importássemos...

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Afinal quem diria .. é cientifico

Para muitas mulheres o que os homens pensam delas é um mistério.
Mas a investigadora Susan Fiske assegura ter acedido a alguns segredos guardados no cérebro masculino.
O mais surpreendente - ou talvez não - é que a exposição a imagens e fotografias de mulheres sensuais com pouca roupa leva os homens a vê-las como objectos.
De acordo com o jornal britânico «Daily Mail», a especialista da universidade norte-americana de Princeton explicou na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência o resultado das experiências que realizou.
Fiske precisou que a exibição fotografias de mulheres em biquíni activou no cérebro dos homens as mesmas zonas que são envolvidas quando o que está em causa são ferramentas de trabalhos manuais ou outros objectos.
Simultaneamente, a actividade na região cerebral que é geralmente usada quando se tenta partilhar sentimentos e pensamentos de outra pessoa diminuiu de intensidade.
A investigadora encontrou um padrão semelhante também noutra situação. «A única vez que vi algo semelhante é quando as pessoas olham para fotografias de sem-abrigo ou de toxicodependentes porque elas não querem pensar no que lhes vai na mente», disse.
Susan Fiske alertou por esta razão para a possibilidade da exposição dos homens a imagens de mulheres com pouca roupa levá-los a ver como objecto sexual as suas colegas de trabalho. «Não digo que deva haver censura, mas as pessoas necessitam de saber as associações que as pessoas têm na cabeça», apontou.

Interessantes os tempos que correm

Splodge foi mordido pelo seu dono. O caso não seria insólito se Splodge não fosse um cão.
Philip Carter, de 29 anos, terá atacado Splodge, um arraçado de Terrier, após este o ter mordido na mão, segundo o jornal Telegraph.
Carter compareceu no tribunal de Loughborough, no Reino Unido, para ser julgado por causar sofrimento desnecessário a Splodge e por não o levar ao veterinário assim que ele foi ferido.
Considerando-se culpado numa audiência anterior, Philip Carter acabou por ser condenado a 12 semanas de pena suspensa.
John Sutcliffe, procurador da RSPCA, uma associação que luta pelos direitos dos animais, disse ao tribunal que quando a polícia foi a casa de Carter, verificaram um rasto de sangue, acabando por descobrir o cão a sangrar muito de uma ferida no nariz e com dificuldades respiratórias.
Max Duddles, advogado de defesa, alegou que Splodge não era muito bem comportado e que terá mordido Carter, tendo este mordido o cão no nariz e batido no animal, antes que este se virasse contra ele.
O juiz distrital Jonathan Taaffe disse a Philip Carter que ele apenas se safou da prisão por ter admitido as agressões, e avisou-o que iria para a prisão se ele voltasse a agir daquela maneira num prazo de 18 meses.
Carter foi ainda obrigado a pagar as custas no valor de 500 libras.
Após a audição, o inspector da RSPCA, Dave McAdam disse que estava satisfeito com o resultado.

terça-feira, 31 de março de 2009

O factor de União Espanhol

Já alguém foi a Barcelona tentar “arranhar” Castelhano?
E conseguiram safar-se sem levar uma piada ou duas?
E já agora, quem já não passou pelo País Basco e pensou que estava noutro sitio?

Pois é, digam o que disserem, nuestros irmanos são uma amálgama de nações, todas prontas a reivindicar independência da capital, Madrid.

A tal ponto a coisa já chegou, que os próprios Madrilenos já estão a ficar fartos de tanto separatismo e dizem que quem quiser independência que a tenha.

Então, qual é o factor de união espanhol?

São os ciganos da Andaluzia!

São os únicos verdadeiramente beneficiados com a união Espanhola. Se repararem, quase todas as regiões Espanholas são suficientes em termos económicos, à excepção da Andaluzia.
Como esforço de solidariedade, a riqueza criada numas regiões (leia-se, a maioria) é redistribuída através de subsídios, entre outros, pelas mais “desfavorecidas” (leia-se Andaluzia).
Assim, os únicos verdadeiramente interessados na continuação do status quo são os ciganos da Andaluzia. Os restantes não querem saber!

Ora - e este ponto é muito interessante - se o governo espanhol estivesse verdadeiramente interessado em combater as células terroristas bascas, teria enviado duas famílias ciganas da Andaluzia para o País Basco!
Dava-lhe 2 semanas, até o País Basco passar a chamar-se “Leal Região Basca”.

O conde redondo

O comércio está em crise no conde redondo.

E não há motivos para que a crise atravesse, também ela, as ruas do conde redondo. Homens em crise nas ruas do conde redondo. Mulheres, fruto da crise, nas ruas do conde redondo. Homens e mulheres atravessados pela crise.

E o sector dos serviços padece de uma entidade reguladora.

E proponho-me, antes de alguem aparecer, por esta via, a regular a crise no conde redondo.

A C.U. Comissãoconderedondiana para o Universo, declara-se desde já, em funções e pronta a regular, a Esquina zero.

Esquina zero, composta de 3 antigos transexuais e 4 ex-combatentes alcoolicos, em luta contra o deserto dos clientes.

Mais um segredo da Manufactura, a entidade hertziana de sábios anciãos, e esponjosos ilustres seminaristas sempre atentos ao advento do sexo.